Repudio a plasticina overdose


Embolo de saida
29 /09/2008, 7:49 am
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(O que nos supre além afazeres diários enquanto nossos folegos são trocados por frivoles existencias.Não queremos que nossas ideias sejam mantidas sob custodia de mentores, queremos ter a posse de nossas angustias e determinações, não queremos doar para as vossas causas, não queremos que roubem nossa peculiaridade.)

1998 – F# A# oo – http://rapidshare.com/files/58194298/gsybe98fa.rar

1999 – Slow Riot For New Zero Kanada – http://rapidshare.com/files/58470839/Slow_Riot_For_New_Zero_Kanada__EP_.rar

2000 – Lift Your Skinny Fists Like Antennas to Heaven – disco 1 – http://rapidshare.com/files/58199052/gysbe00d1.rar
disco 2 – http://rapidshare.com/files/58204814/gsybe00d2.rar

Deus sabe que é perfeito, e que nós não somos.
E que nunca seremos, mas ele espera isso de nós.
E nos castiga se não formos. Entenderam?
Deus é o gângster maior.
O grande chefão da máfia, está entendendo?
Temos de viver sobre suas regras, caso contrário, morreremos.
Ele nunca precisa falar conosco frente a frente…
Ele nunca precisa explicar porque ele faz o que faz.
Está me entendendo? Ele fica sentado lá no céu…
Tomando capuccino, relaxando…
O mundo inteiro está nas mãos dele.
Ele leva o mundo no cabresto.
In excelsius deo…E toda aquela merda.

2002 – Yanqui U.X.O – http://rapidshare.com/files/58214789/gsybe-Yanqui.rar

conseguimos nossa satisfatoria recompensa
se não fosse por nossos semblantes
moldados  para serem cada vez mais estereis
e oque desejamos
resta apenas como um distante sonho utopico
algo bonito pra se recordar



28 /09/2008, 4:54 pm
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Quais são as coisas que lhe irritam?

* Me sentir patetica diante do meu senso de autocritica,mais belo exemplo é me sentir utopica.
* Enxergar coisas que eu penso já ter superado e ver que não é bem assim.
* Comparativos,pior quando isso vem da minha pessoa pro mundo.
* O fato de eu não conseguir gritar,ou de nunca ter tentado.
* Ser boba demais com coisa séria,imaturidade(lá vem autocritica).
* Não conseguir alcançar as pessoas que eu gosto e me sentir vazia por isso.
* Se eu to com problemas,ninguem encosta(costumes).
* Reparar meus extremismos.



26 /09/2008, 7:20 pm
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Por vez já tivemos nossa chance,há de se dizer porém que fatigamos em demasia nosso canto, nosso ar já não tem mais a mesma pureza que de inicio,mas é tolo reparar,tão obvio e pedante.Quereres aniquilaram alguns despertados,uns vários loucos,por talvez demasiada sobriedade.Investiga-se o porque  no inicio sendo que tudo que se faz é objetivar.



“Não sois máquinas! Homens é o que sois!”
26 /09/2008, 7:03 pm
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Ter a impressão. achar que.

Distrair-se, ilimitar-se.Desconstruir-se.Expandir.

Sentir a pulsação tomar o folego formando um sorriso dolorido sob a face.A dor de sentir-se vivo, de se sentir pleno.

Ter a impressão, extrair.

Sentir  como se fosse estirpado de sua couraça aquilo que lhe afugenta.A partir dali apenas um canto suave tomasse seu corpo e repousasse.Dando e tendo dito, que não mais haverá aquele antigo semblante.Olharas no espelho,e não veras.Séra ausencia doce, destas e de além.



Negócio A: decepção na sociedade de consumo
26 /09/2008, 2:15 pm
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Em que consiste o Negócio A? Filés, bons estéreos, surf, Chivas Regal, Tai-Chi, Europa, Nouvelle Cuisinne, cocaína, esqui, discos exclusivos, Alfa Romeos. Será esta a melhor oferta da Máquina?

Mas e aquelas manhãs, indo para o trabalho? Aquela súbita sensação de angústia, desgosto, desespero? A gente tenta não encarar aquele estranho vazio, mas em momentos desocupados entre o trabalho e o consumo, enquanto a gente espera, dá para entender que o tempo simplesmente não é nosso. A Máquina tem medo desses momentos. Nós também. Por isso somos mantidos o tempo todo sob tensão, ocupados, olhando lá adiante para alguma coisa. A esperança em si mesma nos conserva na linha. De manhã pensamos na tarde, durante a semana sonhamos com o fim de semana, suportamos a vida de cada dia pensando nas férias que vamos tirar dela. Nesse sentido estamos imunizados contra a realidade, entorpecidos quanto à perda das nossas energias.

Não é que o Negócio A tenha se tornado traiçoeiro (ou melhor, eficazmente traiçoeiro) porque a variedade ou quantidade de bens de consumo esteja faltando. A produção em massa nivelou a qualidade desses bens, e a fascinação pelas novidades desapareceu definitivamente. A carne ficou meio sem gosto, os vegetais crescem aguados, o leite foi transformado num simples líquido branco industrializado. A TV é um tédio mortal, dirigir não dá mais prazer, a vizinhança ou é povoada, ruidosa e insegura, ou deserta e insegura. Ao mesmo tempo, as coisas realmente boas, como a natureza, tradições, relações sociais, identidades culturais, ambientes urbanos intactos, são destruídas. Apesar do fluxo imenso de consumo, a qualidade de vida despenca. Nossa vida foi padronizada, racionalizada, despersonalizada. Eles descobrem e nos roubam cada segundo livre, cada metro quadrado vazio. E oferecem a alguns de nós férias rápidas em lugares exóticos a milhares de quilômetros de distância, mas no dia-a-dia nosso espaço de manobra vai ficando menor, cada vez menor.

Também para os Trabalhadores A, trabalho continua sendo trabalho: perda de energia, stress, tensão nervosa, úlceras, ataques do coração, prazos, competição histérica, alcoolismo, hierarquia controladora e opressiva. Não há bens de consumo que possam preencher os buracos gerados pelo trabalho. Passividade, isolamento, inércia, vazio: isso não se cura com aparelhos eletrônicos no apartamento, viagens frenéticas, sessões de relaxamento e meditação, cursos de criatividade, trepadas rápidas, poder das pirâmides ou drogas. O Negócio A é veneno; sua vingança vem como depressão, câncer, alergias, vícios, problemas mentais e suicídio. Debaixo da maquiagem perfeita, atrás da fachada de sociedade afluente, só existem novas formas de miséria humana.

Muitos desses “privilegiados” Trabalhadores A fogem para o campo, se refugiam em seitas, tentam iludir a Máquina com magia, hipnose, heroína, religiões orientais ou outras ilusões de poder secreto. Tentam desesperadamente repor alguma estrutura, algum sentido em suas vidas. Mas cedo ou tarde a Máquina agarra seus fugitivos e transforma exatamente as formas de rebelião em um novo impulso para seu próprio desenvolvimento. “Sentido” vira logo senso comercial.

Naturalmente, o Negócio A não significa apenas miséria. Os Trabalhadores A têm sem dúvida alguns privilégios inegáveis. Seu grupo tem acesso a todos os bens, todas as informações, todos os planos e possibilidades criativas da Máquina. Os Trabalhadores A têm a chance de usar esse poder para eles mesmos, e até contra os objetivos da Máquina. Mas se eles agem apenas como Trabalhadores A, sua rebelião é sempre parcial e defensiva. A Máquina aprende rápido. Resistência setorial sempre significa derrota.



26 /09/2008, 12:18 pm
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acumulamos distrações pois não sabemos dosar o limite de nossas conveniencias



Come on home – Lali Puna
26 /09/2008, 5:57 am
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They say nothing to me
I say nothing to them.
Sometimes I can’t believe this is home.

I’ve heard it before.
I thought I’d been over that.
You’ll never really pass the things
you’re afraid of.

The man on the plastic bag looks like terror.
He’s staring at me. I can’t say why.
His face seems spoiled.

When I think of calling a friend, I notice that
most of them have mutilated into acquaintances
Maybe that’s my fault, maybe it’s a form of getting old
I’m used to small talk at the moment.



corrigir
25 /09/2008, 6:31 pm
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halito hostil

rosto palido

ele entra pela porta de vidro, passa pelas duas primeiras mesas ,tateando as cadeiras,senta na terceira mesa ao canto,virado para a janela.chove lá fora,terça feira cinzenta ,são quase 18 hrs e quase ninguem ali,apenas aquele rosto cansado,a mão erguida chamando o garçon,a boca que pede uma dose amarga.



mil
25 /09/2008, 1:02 pm
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ansiedade destroi,dilacera e faz gritar feito um idiota .mas acredite é gostosinho.



21 /09/2008, 5:51 pm
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Suzana: Hebraico, significa pura como um lírio. Variante: Susana. Representa a união entre a destreza e a habilidade. É própria de pessoas intuitivas e muito capacitadas, que sempre dominam as situações, especialmente no plano profissional, e estão sempre atentas a todos os detalhes.

Susie: Diminutivo de Suzana. É mais propensa ao racionalismo do que a emotividade. Realiza todas as tarefas com eficácia. Considera importante o dinheiro, mas se conformam com o justo.